PARA REFLEXÃO

"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida"

"Não existe jardim completo e perfeito. E sim, a vontade de tornarmos melhores jardineiros" Raul Cânovas

"A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda." Confúcio

"Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo." Mahatma Gandhi

Visitantes, minhas saudações.

Visitantes,  minhas saudações.
O bordado é algo que está no meu sangue. O amor pelo bordado nos leva a buscar cada vez mais notícias, fotos, matérias, reportagens sobre o assunto e postar no Blog, compartilhando com todos que nos visitam. Recebo reportagens, fotos, notícias de amigas de toda parte do mundo. Muitas vem sem identificação dos sites retirados e quando publico sempre informo que não são de minha autoria. Uma das coisas que mais respeito são os direitos autorais das pessoas. Por isso solicito a quem me visitar, se encontrar alguma matéria ou foto que não aceite, que esteje publicada no meu Blog, por favor me avise para que seja retirada com urgência. Obrigada.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Flor de Tecido (Costurada) - Fuxico

Feitos Perfeitos - Flores de Fuxico.WMV

Como fazer uma flor de fuxico com as pétalas arredondadas - parte 2

Como fazer uma flor de fuxico com as pétalas arredondadas - parte 3

Como fazer uma flor de fuxico com as pétalas arredondadas - parte 1

Borboleta de Fuxico (parte 2/2)

Borboleta de Fuxico (parte 1/2)

borboleta de fita

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Hand embroidery - Beadwork Fashion

Hand Embroidery: Laisy Daisy stitch

Cover the Wire on your Wired Lace leaf

Making a Wired Needlelace Leaf

Plaited Braid Stitch for metal thread - Jacobean hand embroidery

VAMOS BORDAR! Point de noeud

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

HOMENAGEANDO KARINA - APRECIADORA DE UM BOM PERFUME.

O que é Perfume?
Por Eliene Percília


É um produto aromático feito de uma mistura de substâncias que em sua maioria é de origem vegetal, álcool e fixador.
Ele é utilizado para proporcionar um aroma agradável e duradouro, tanto a objetos como ao corpo humano. Os óleos essenciais são obtidos através da destilação de plantas, flores e ervas.
Já os fixadores são compostos por âmbar, bálsamos, etc., o que lhe dar o poder de fixar a fragrância. No entanto a quantidade de álcool irá variar, pois dependerá do tipo de perfume que se quer obter.
Os principais tipos de perfumes são: Florais (sua composição é extraída de flores), Orientais (e constituído de uma mistura de vários elementos entre eles o patchuli), Doces (é uma mistura de flores, frutas entre outras) e as Frutais (onde a matéria-prima é retirada das frutas).
O PERFUME E A MAGIA DOS CHEIROS


Mais do que revelar a personalidade de uma pessoa, o perfume influencia o estado de espírito de todos nós. Ao penetrarem pelas narinas, os aromas encontram o sishistoria-do-perfume límbico, responsável pela memória, sentimentos e emoções. Quando uma mensagem aromática penetra neste sishistoria-do-perfume, provoca sensações de euforia, relaxamento, sedação ou estimulações neuroquímicas.
Antigamente, o sishistoria-do-perfume límbico era chamado de cérebro das emoções. Quando estamos muito tensos e nervosos, um aroma de lavanda é capaz de nos relaxar e nos induzir ao sono, ajudando em casos de insônia. Quando estamos apáticos, deprimidos, infelizes, o aroma de bergamota pode ajudar na recuperação. Aromas de limão, vetiver, eucalipto e alecrim melhoram a concentração, enquanto os de alecrim aliviam o cansaço.
Nos tempos mais remotos, os homens invocavam os Deuses por meio da fumaça. Eles queimavam ervas, que liberavam diversos aromas. Foi neste contexto que surgiu a palavra "perfume", em latim "per fumum", que significa "através da fumaça".
Mais tarde, diversas ervas compunham banhos aromáticos, pomadas e perfumes pessoais dos egípcios. Mas foi Cleópatra quem eternizou a arte da perfumaria, ela seduziu Marco Antônio e Julio César usando um perfume à base de óleos extraídos das flores de henna, açafrão, menta e zimbro.
No início o perfume era à base de ceras, gorduras, óleos vegetais e sabões misturados a ervas. Com a descoberta do vidro, no século I, os perfumes ganharam uma nova cara, reduzindo sua volatilidade e ganhando formas e cores.
Por volta do século X, Avicena, o mais famoso médico árabe, descobriu a destilação dos óleos essenciais das rosas, e assim criou a Água de Rosas. Depois veio a Água de Toilette, feito para a rainha da Hungria. No século XIX o perfume ganha novos usos, como o terapêutico, por exemplo.
Hoje sabemos que o perfume é capaz de revelar a personalidade das pessoas, bem como sua classe social, uma vez que, um pequeno frasco pode atingir valores exorbitantes.
É comum o mesmo perfume apresentar cheiros diferentes quando aplicado em pessoas diferentes. Isso porque, os odores corporais são únicos, sendo resultado da alimentação, das características pessoais, dos lipídeos e ácidos graxos que a pele exala. A temperatura da pele interfere diretamente na vaporização do perfume, e portanto no cheiro que ele exala.
A evolução das fragrâncias se deu ao longo da história e das interpretações humanas na descoberta e escolha dos cheiros. Para entender melhor como tudo se passou, siga a linha do tempo descubra que perfumar-se é um ato pra lá de interessante!
Pré-históriaQueimando madeiras e resinas, os homens das cavernas melhoravam o gosto dos alimentos.
Egito AntigoOs egípcios honravam seus deuses "esfumaçando" os ambientes e produzindo óleos perfumados para ritos religiosos.
Grécia AntigaOs gregos trouxeram novas fragrâncias de suas expedições e usavam perfumes que tivessem características medicinais.
Império IslâmicoA partir da invenção do alambique foi possível destilar matérias-primas. Uma contribuição fundamental para a evolução da perfumaria.
Século XIIOs cristãos usavam fragrâncias para higiene pessoal e para prevenir doenças.
Século XVIA moda são as luvas perfumadas, usadas pelos nobres da corte européia.
Há a fusão de duas profissões: a de curtir o couro e a de perfumista.
Idade MédiaO perfume é muito usado nos ambientes de banhos públicos.
Século XVIIÉpoca do auge de fragrâncias "animálicas". perfumes intensos que usavam civete e musk em sua composição.
RenascimentoA moda são perfumes doces, florais ou frutais.
Século XVIIIOs perfumes são reconhecidos por sua sensualidade, através da proliferação de novas fragrâncias e frascos. Os cristãos passam a perfumar as cinzas na Quarta Feira de Cinzas.
Século XIXO progresso da química permite a reprodução artificial de cheiros encontrados na natureza. Nascem as matérias-primas sintéticas. A cidade de Grasse, França, se transforma na capital mundial da perfumaria.
Século XXNos dias de hoje, a perfumaria já é acessível a todos e não mais um privilégio da nobre burguesia.
perfume continua sendo sinônimo de encanto e sedução.
FONTES: http://www.alunosonline.com.br, www.delas.ig.com.br e www.americanas.com.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

Depois do Bordado uma curiosidade da Gastronomia Espanhola nos tempos antigos

Ana d'Áustria e o cozido castelhano.

Dias Lopes, jadiaslopes@terra.com.br - O Estado de S.Paulo



- Alta e bonita, inculta e teimosa, sedutora e infiel, a infanta espanhola Ana d'Áustria, nascida Ana Maria Maurícia de Habsburgo (1601-66), tinha apenas 14 anos quando casou com o futuro rei Luís XIII da França. O noivo era da mesma idade. Após a morte do marido, em 1643, ela governou como regente durante a menoridade do filho, aquele que seria o enfeitado Luís XIV. Mas cedeu o poder ao cardeal italiano Giulio Mazzarino (1602-61), seu amante, fazendo-o primeiro-ministro. O casal Ana d'Áustria e Luís XIII não havia sido feliz. Os dois viviam separados e geraram o primogênito após 23 anos de matrimônio. Por isso, muitos historiadores acreditam que Luís XIV seria filho do cardeal Mazzarino. O escritor Alexandre Dumas (1802-70) retratou Ana d'Áustria no aventuroso Os Três Mosqueteiros, onde o herói D'Artagnan e seus companheiros Athos, Porthos e Aramis partem para árdua missão. Devem reaver o colar e os brincos de brilhantes que Luís XIII oferecera à mulher e esta presenteara a um amante. Precisam evitar a tragédia. Haveria um grande baile no qual ela tinha de exibir a jóia. Lutando contra o tempo, os espadachins alcançam o objetivo.

      Ana d'Áustria desembarcou adolescente na França, mas já apreciando o acervo culinário da Espanha, que harmonizava os ingredientes do Novo Mundo com as receitas de sua tradição. Atribui-se à jovem infanta a introdução do chocolate, alimento prazeroso que os exploradores espanhóis encontraram no México. A corte francesa acolheu a novidade com entusiasmo. Entretanto, as discussões sobre seus supostos efeitos afrodisíacos atravessaram o século. No Traité des Aliments, publicado em 1702, o médico Louis Lémery garantiu que o chocolate estimulava ''os ardores de Vênus''. A requintada epistológrafa madame de Sévigné (1626-96) contou que uma amiga de pele alva dera à luz um filho negro. A amiga atribuiu o inusitado ao consumo excessivo de chocolate durante a gravidez. Aplacou os mexericos sobre ela, porém atiçou o debate. Ana d'Áustria levou para a França criadas exímias no preparo do chocolate. O cardeal Mazzarino, seu favorito, preferiu recrutar um perito na Itália natal. Depois, impôs a moda do chocolate na corte, mandando oferecê-lo aos freqüentadores todas as segundas, quartas e quintas-feiras.

      Outra contribuição gastronômica de Ana d'Áustria foi a receita da olla podrida ou cozido castelhano, que como o nome indica, surgiu em Castela e Leão. A receita original manda usar vários ingredientes: legumes e verduras, como o grão-de-bico, às vezes feijão, cardo, couve e repolho; carnes de porco, javali, vaca, lebre, capão, faisão, pombo, perdiz, etc.; embutidos, presunto e toucinho. É prato antiqüíssimo, embora só haja merecido a designação exótica no século 16. Felipe III da Espanha, pai de Ana d'Áustria, exigia-o nos banquetes, elaborado por Francisco Martínez Montiño, ''cozinero (cocinero) mayor del rey nuestro señor''. Na obra Don Quijote de la Mancha, escrita por Miguel de Cervantes (1547-1616), o simplório Sancho Pança, dirigindo-se a seu odiado médico Pedro Recio de Tirteafuera, menciona o prato: ''Aquela grande travessa que adiante deita fumaça parece ser olla podrida, porque leva uma grande variedade de alimentos, como todas as ollas podridas, nas quais encontro sempre algo que me agrade e faça bem.''

      Para o nome da receita existem explicações divergentes. Todos concordam em um ponto: olla designa panela. Mas alguns dizem que ''podrida'' seria corruptela de ''podría'' (poderia), pois no passado só as pessoas abonadas dispunham de dinheiro para adquirir todos os seus ingredientes. Outros sustentam derivar do fato de eles praticamente se decomporem no longo cozimento, ''como a fruta desmanchada ao amadurecer demais''. Enfim, muitos acreditam que ''podrida'' significa ''exagerada'', da mesma forma que uma pessoa rica está ''podre de dinheiro''. Também é curioso o serviço dispensado à olla podrida, dividido em três ''vuelcos'' (etapas). Primeiro se saboreia o caldo; depois, os legumes e verduras; por último, as carnes. Assim a rainha Ana d'Áustria oferecia o cozido castelhano à corte francesa. Na Espanha, uma comunidade desrespeita essa hierarquia. Em Castrillo de los Polvazares, perto da cidade de Astorga, em Castela e Leão, come-se inicialmente a carne, a seguir os legumes e verduras, por último a sopa, incrementada com creme de baunilha doce. ''Depois de uma refeição farta, nada como uma sopa rala para confortar o estômago'', explicam seus habitantes.





domingo, 2 de janeiro de 2011

Quem não se rende a elegância do bordado? Escolha o seu e comece a bordar.



Ponto de cruz
Aplicação com tecido
Ponto D'Assis
Renda de Birro

Ponto D'Assis
Renda
 

Bordado Português
Bainha aberta

Bordado Blackwork
Crochê
Reticello

Reticello
Bordado Português
Macramê e Bordado com Contas
Macramê e ponto de Cruz

Punti A Giorno

Meus Trabalhos