PARA REFLEXÃO

"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida"

"Não existe jardim completo e perfeito. E sim, a vontade de tornarmos melhores jardineiros" Raul Cânovas

"A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda." Confúcio

"Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo." Mahatma Gandhi

Visitantes, minhas saudações.

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O bordado é algo que está no meu sangue. O amor pelo bordado nos leva a buscar cada vez mais notícias, fotos, matérias, reportagens sobre o assunto e postar no Blog, compartilhando com todos que nos visitam. Recebo reportagens, fotos, notícias de amigas de toda parte do mundo. Muitas vem sem identificação dos sites retirados e quando publico sempre informo que não são de minha autoria. Uma das coisas que mais respeito são os direitos autorais das pessoas. Por isso solicito a quem me visitar, se encontrar alguma matéria ou foto que não aceite, que esteje publicada no meu Blog, por favor me avise para que seja retirada com urgência. Obrigada.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

NATAL!

História do Natal


Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Nazaré e entregarem os presentes ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam desmontar as árvores e outras decorações natalinas em até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

 
A Árvore de Natal e o Presépio


Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram moram na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois além de decorar, representam um símbolo de alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.



O Papai Noel : origem e tradição


Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

DESIGNER, COMO E QUANDO O ARTESAO MUDOU DE NOME

DESIGNER, COMO E QUANDO O ARTESAO MUDOU DE NOME



. OUT, 2009 POR CRIS TUREK

Então amigos, percebi que quando escrevo sobre o design atual, peças assinadas e objetos que se tornaram referência em sua área, nem sempre consigo capturar a atenção de vocês, que estão tão interessados em aprender algumas técnicas artesanais e descobrir alguns segredinhos do “como fazer” que nem notam o quanto o design está envolvido nisso tudo. Foi aí que pensei em contar um pouco dessa história, para vocês perceberem o quanto o fazer artesanal está vinculado ao termo design. Vou mostrar aqui, em etapas, como surgiu a profissão do designer e vocês vão ver o porquê de peças “com design” serem objetos de desejo em todos os cantos do mundo. Vocês também vão conhecer designers importantes que dão nome e sobrenome à esses objetos. Podem acreditar que isso em muito auxiliará vocês em suas futuras criações.

A coisa toda começou a tomar forma após o séc. XVI, pois até então o poder de um nobre se traduzia pela quantidade de ouro que exibia nos dedos e nas terras que possuía. A partir da segunda metade do séc. XVI, ter certos objetos bem específicos, feitos por mestres artesãos conceituados, também passou a ser sinônimo de status e poder. Um exemplo conhecido foram os famosos Gobelins, aquelas tapeçarias cheias de cenas com detalhes que já eram produzidas na França, naquele momento. Se você fosse importante de verdade, tinha um gobelin em sua aristocrática residência. Assim também aconteceu com algumas porcelanas e cristais que se tornaram valiosos. O resumo disso tudo é que foi necessário para alguns desses artesãos, pensar seus objetos, torná-los desejáveis por esses nobres. Isso abriu espaço para um profissão que assumiria elevada condição social, os artistas enquanto diretores de criação. É, eles não sabiam mas já eram designers. Outras áreas ampliaram sua importância nessa época, como das gráficas com novas diagramações e ilustrações em livros.

Certo então, isso tudo era claramente destinado à faixa “muito-muito-bem-de-vida” que tinha dinheiro e podia ostentar tais luxos. Mas com o aumento da população nas cidades, houve necessidade de reformular esses objetos, adaptando-os para uma classe média que estava louca para consumir. A mesa de jantar, que era um móvel ainda recente, ganhou status dentro das casas, e outras peças, como a escrivaninha, alteraram hábitos e relações de trabalho. A Revolução Industrial trouxe muitas modificações para a sociedade inclusive dando maior acesso às tais peças assinadas que eram, para todos, objetos de desejo. Interesse comercial entre artesãos e consumidores, fome e vontade de comer, a profissão de designer começa a tomar forma.

Por essa época, idos de 1754, um dos mestres artesãos famosos se chamava Thomas Chippendale. Saiba na sequência quem foi e porque foi importante.

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O estilo Chippendale começa na madeira maciça, especialmente o mogno, que ele importava das Índias. Os estofados eram com brocados, veludos e damascos.Chippendale foi assim um dos primeiros nomes de referência no design.

Isso mesmo, Thomas Chippendale foi o primeiro plebeu a ter todo um estilo de móveis chamado por seu nome. Até então os homenageados eram monarcas, como Luis XV, George I, Queen Anne e por aí vai. Mas tem motivo. Nascido na Inglaterra, filho de marceneiro, tinha muita visão para os negócios e exata noção do valor da auto-promoção. Era um mestre marceneiro como o pai e seu estilo era uma mistura dos estilos inglês, francês e chinês de mobiliário. A grande idéia surgiu em 1754 quando lançou o primeiro de três livros, o Gentleman and Cabinet-Maker’s Director, que era na verdade um catálogo onde ele apresentava seus modelos de mobiliário adaptados ao estilo da época. O que aconteceu em seguida foi que todos os marceneiros logo compraram o seu livro e começaram a repetir o seu estilo. Isso aconteceu de tal maneira que todos os móveis de meados do séc. XVIII ficaram conhecidos como Chippendale, e muitas vezes nem eram. Olha o poder da publicidade. A verdade é que ele construiu um nome com o livro, sendo procurado por muitos clientes ricos para a confecção desse mobiliário totalmente artesanal.

O estilo Chippendale começa na madeira maciça, especialmente o mogno, que ele importava das Índias. Os estofados eram com brocados, veludos e damascos. Muito influenciado por Robert Adam, com quem trabalhou, seu estilo é uma mescla do rococó, do gótico, do estilo chinês e do neoclássico. Do estilo Queen Anne usou as pernas cabriolé (torneadas) em suas cadeiras, com entalhes nos joelhos e pés estilo bola-e-garra e pata-de-leão. As costas estofadas ou com as tiras do encosto ricamente entalhadas, e os ornamentos com florões, conchas, leões e arabescos, no acabamento laca oriental eram os detalhes que o caracterizaram como um mestre das linhas curvas.

Chippendale foi assim um dos primeiros nomes de referência no design, pela qualidade do seu trabalho, pela atitude visionária e por um história de sucesso que durou mais de 60 anos.

Fotos: Wikipedia e Sutkus

BORDADOS ENCONTRADOS EM VÁRIOS SITES

PEÇAS BORDADAS, ENCONTRADAS EM VÁRIOS SITES. 
SÃO TÉCNICAS DIFERENTES DE BORDADOS.

FONTES:


















Meus Trabalhos